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Edição 15
Janeiro/2005

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Saúde
Algas que curam

Pesquisadores da Universidade Federal Fluminense (UFF) descobriram, após dez anos de estudo, que a substância química do grupo dos disterpenos polioxigenados encontrada em alguns tipos de algas endêmicas do litoral brasileiro pode inibir o vírus da Aids e um dia vir a substituir o AZT, um dos medicamentos usados contra a doença. A grande vantagem em usar os disterpenos é que essas substâncias não são tóxicas e os efeitos colaterais podem ser menores. A pesquisa ainda está na fase de experimentos com culturas de células in vitro. Testes em camundongos virão em seguida. A previsão é que os testes em humanos comecem dentro de cinco anos.


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